Formação de Pastagens de Verão: Como Preparar o Solo para Sudão e Milheto - Notícias - Adubasul Fertilizantes

Formação de Pastagens de Verão: Como Preparar o Solo para Sudão e Milheto

Formação de Pastagens de Verão: Como Preparar o Solo para Sudão e Milheto

Com a chegada de setembro, abre-se no Oeste de Santa Catarina a janela de semeadura das principais forrageiras anuais de verão — capim-sudão e milheto. Para as propriedades com pecuária leiteira e de corte da região, essa é uma das decisões mais importantes do ano: é a pastagem que vai sustentar a alimentação do rebanho durante os meses de maior demanda produtiva.


Por que sudão e milheto dominam o verão no Oeste catarinense

Entre as forrageiras estivais utilizadas na região, o capim-sudão e o milheto se destacam pelo rápido estabelecimento, bom valor nutritivo e resiliência ao pastejo — características que explicam por que aparecem entre as espécies mais citadas por técnicos e produtores da macrorregião Oeste de SC.

Além de alimentar o rebanho em um período de alta exigência nutricional, essas forrageiras anuais funcionam como uma excelente alternativa de rotação com áreas que saíram de milho ou soja, protegendo o solo e mantendo a atividade biológica entre um ciclo e outro.


O solo determina o potencial da pastagem

Assim como qualquer cultura de verão, a formação de pastagem não perdoa erro na base. Um solo mal preparado ou com fertilidade baixa compromete:

  • a velocidade de estabelecimento da forrageira;
  • a capacidade de rebrote após os cortes ou pastejos;
  • a produção total de matéria seca ao longo do período de utilização.

Isso é especialmente relevante em sistemas de pecuária leiteira, onde a qualidade e a disponibilidade constante de forragem impactam diretamente a produção de leite por vaca.


Adubação de base: o ponto de partida para uma pastagem produtiva

Assim como no milho e na soja, a adubação de base é o que garante que a forrageira tenha condições de se estabelecer rapidamente e sustentar cortes ou pastejos sucessivos ao longo do verão. O NPK Organomineral Adubasul é indicado justamente para esse tipo de uso — a formulação equilibrada de nitrogênio, fósforo e potássio, combinada à matéria orgânica, favorece:

  • um estabelecimento inicial mais uniforme da pastagem;
  • maior retenção de água no solo, importante em períodos de veranico;
  • liberação gradual dos nutrientes, sustentando a forrageira ao longo de vários ciclos de pastejo;
  • estímulo à atividade biológica do solo, que se traduz em pastagens mais persistentes.

O produto pode ser aplicado a lanço, antes ou durante a semeadura, o que facilita a logística de quem está formando grandes áreas de pastagem na propriedade.


Pontos de atenção na formação da pastagem de verão

  1. Época de semeadura — a janela se abre em setembro e se estende por vários meses, mas o estabelecimento em solo já preparado no início da primavera tende a gerar maior produção de forragem.
  2. Densidade de semeadura — varia entre milheto e sudão, e deve ser ajustada conforme o objetivo (pastejo direto, silagem ou feno).
  3. Rotação com áreas de grãos — usar a pastagem de verão como intervalo entre milho ou soja ajuda a manter o solo coberto e biologicamente ativo.
  4. Manejo do pastejo — no caso do sudão, é importante respeitar a altura mínima de planta antes da entrada dos animais, evitando riscos ligados à toxicidade em rebrotes jovens.

Uma boa pastagem de verão começa na adubação de base

A produtividade do rebanho ao longo do verão está diretamente ligada à forma como a pastagem é implantada. Investir em uma adubação de base equilibrada logo na semeadura é o que sustenta cortes e pastejos de qualidade até a entrada do próximo ciclo.

Quer definir a formulação ideal de NPK Organomineral para a formação da sua pastagem de verão? Fale com um técnico Adubasul.