Agro no segundo semestre: como tomar decisões de insumo em um mercado incerto
Todo produtor que já passou por um ano de câmbio instável, preço de commodity em queda e custo de insumo subindo, sabe o que significa ver a margem apertar dos dois lados ao mesmo tempo. O segundo semestre de 2025 chegou com esse cenário familiar — e as decisões tomadas agora, na entressafra, vão aparecer com peso total na conta final da próxima colheita.
O Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome. Essa dependência torna o custo de insumo diretamente vulnerável a variações cambiais e instabilidades nas cadeias globais de suprimento. Para o produtor, isso significa que cada real investido precisa retornar com mais eficiência do que antes. A lógica de "aplicar mais para produzir mais" já não sustenta a conta quando o custo por saco sobe e o preço do grão não acompanha.
A decisão de insumo como vantagem competitiva
Em um mercado pressionado, os produtores que saem na frente são os que tomam melhores decisões sobre onde e como aplicar cada real disponÃvel. E escolher um fertilizante apenas pelo preço por saco é um erro que aparece na colheita.
O que define o custo real de um programa de nutrição não é o valor pago no insumo, mas o quanto desse insumo efetivamente chegou à planta e se converteu em produção. Pesquisas da Embrapa indicam que a eficiência de aproveitamento do fósforo aplicado em solos tropicais brasileiros pode ser inferior a 20% no primeiro ciclo de cultivo — isso significa que até 80% do fósforo pago e aplicado não chegou à planta. Em um cenário de margem apertada, essa perda não é aceitável.
Onde o organomineral muda a equação
A presença de ácido húmico e fúlvico na fração orgânica do fertilizante organomineral age diretamente nesse problema. O ácido húmico forma complexos com os nutrientes, reduzindo a fixação no solo e mantendo-os disponÃveis no horizonte radicular por mais tempo. O ácido fúlvico atua na membrana da raiz, aumentando a permeabilidade celular e potencializando a absorção. O resultado é um fertilizante que entrega mais por quilo aplicado — e reduz o custo real por tonelada produzida.
A Adubasul é a única indústria de fertilizantes do Brasil que utiliza exclusivamente esterco de peru na composição de seus produtos. Submetido ao processo rigoroso de fermentação e estabilização biológica da Adubasul, esse esterco resulta em uma matéria orgânica com alto teor de substâncias húmicas ativas. Em um segundo semestre de decisões difÃceis, escolher um insumo com essa base técnica não é conservadorismo — é estratégia.
Decidir com critério começa pela análise de solo
O planejamento começa antes da compra. A análise de solo atualizada indica com precisão o que o solo precisa, evita aplicações desnecessárias e permite montar um programa de nutrição ajustado à realidade de cada talhão. Com esses dados em mãos, o produtor pode comparar alternativas pelo custo por hectare e pelo retorno esperado por tonelada produzida — não apenas pelo preço por saco. Essa comparação muda a decisão com frequência. E muda para melhor.
O fertilizante mais caro não é o que tem o maior preço por saco. É o que não chega à planta.
Quer revisar o programa de nutrição da sua área para o segundo semestre? Fale com um técnico Adubasul.
Fonte: Embrapa Solos / ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos / FAO – Food and Agriculture Organization of the United Nations
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